Viagens deixaram de ser apenas sobre o destino e começou a ser sobre quais experiências o lugar escolhido poderia proporcionar. Viagens que transmitem identificação com o estilo do viajante começaram a ser priorizadas ao invés de seguir roteiros mais clássicos, com os mesmos pontos turísticos e as mesmas fotos que todo mundo já tirou.
A Revista de Tendências 2026 , elaborada pelo Ministério do Turismo em parceria com Embratur e Braztoa, destaca a existência de uma movimentação na qual se destaca um viajante mais consciente, que procura por identidade, valorizando a autenticidade. É o estilo de turismo que está em contato com natureza e cultura. Tem sido observado também o crescimento do turismo esportivo, que não é apenas mais para assistir aos esportes, mas também praticá-los.

Essas novas experiências de viagens colocam o viajante como o protagonista da própria viagem e não somente como um espectador. No lugar de, simplesmente, visitar um novo lugar, a pessoa deseja se conectar com ele de alguma maneira, seja no autocuidado ou seja fazendo algo que ama em um novo cenário.
Além da tendência observada, também é possível encontrar um outro interesse por destinos fora do óbvio. Em parte por quererem fugir da multidão, mas por outro lado por conta da vontade de viver menos o que parece um “cartão postal” e mais vontade de estar passando por uma experiência única.
No fim, o que realmente mudou foi o critério de decisão, menos focado em “qual lugar ir?” e mais “quais experiências quero viver?”.
